Wednesday, April 28, 2010

Estive uns dias na Índia ...

Eu sou o da t-shirt encarnada.

Case Study Heineken.


Imaginem, os benfiquistas, que as vossas mulheres/namoradas, chegavam hoje a casa e vos pediam para ir a um concerto de música clássica no domingo à hora do jogo com FCP ? Não querem imaginar ? Compreendo.
Pois a Heineken fez uma acção de marketing, muito bem esgalhada, com adeptos do Milan num dia de jogo com o Real Madrid para a Liga dos Campeões.

Muito bom, não percam.



Não disse aos portistas para imaginarem, pois para vocês é indiferente, acho até que íam todos sem pestanejar.

Algumas têm piada ...

Tuesday, April 27, 2010

Conversas nada privadas.


Espanta-me, ou talvez não, como estas coisas se tornam públicas. Tenho pena se o Jornal I mudar de rumo. Não é perfeito, principalmente a versão on-line, mas é uma lufada de ar fresco.

Não sei o que faça

Venho aqui revelar-vos, em primeira mão, que eu, tal como mais 56% da população mundial masculina - ainda agora todas as semanas aparece um novo - tive um caso com a Princesa Diana. Se bem me recordo, a minha vez foi entre o Tiger Woods e o Rei de Espanha, mas já lá vai muito tempo.
Acham que publique as minhas memórias em livro ?
Não sei o que faça.

Monday, April 26, 2010

E o 25 de Abril ?

Foda-se, ninguém comemorou ?



Paz sim, Nato não.
Fascismo nunca mais.
Não aos Transgénicos.
25 de Abril sempre.


É triste, mas é verdade, o Abril em Portugal é isto.

Saturday, April 24, 2010

O justiceiro

Este senhor que está na foto, que se chama Sá Fernandes, recebeu esta semana uma notícia que muito o chateou. O Sá Fernandes, e o seu irmão Sá Fernandes (um senhor que tem um programa de televisão ou lá o que é, sempre que a ligo está lá), perderam uma acção contra um senhor chamado Névoa, de uma tal Bragaparques (Braga ggrrrr) e ficaram visivelmente irritados com a coisa (o que acho estranho, porque pelo menos o irmão Sá Fernandes já devia estar habituado a perder acções). Vai daí, ouvi os dois dizer, com estas duas que a terra há-de comer, algo como "não há justiça em Portugal", "os tribunais são uma palhaçada", "os juízes são uma merda" e por aí fora. Se não era bem isto, era parecido.
Ora, eu acho que o Sá Fernandes tem a memória curta. Quando aqui há poucos anos ele embargou a construção do túnel do Marquês, o tribunal de primeira instância deu-lhe razão. Ora, sempre que um tribunal dá razão ao Sá Fernandes, como deu, haverá melhor prova de que "não há justiça em Portugal", "os tribunais são uma palhaçada" e que "os juízes são uma merda" ?
Já há muito que o Sá Fernandes devia ter percebido isso, não é coisa nova para ele.
Explico melhor: por causa do Sá Fernandes e porque "não há justiça em Portugal", "os tribunais são uma palhaçada" e "os juízes são uma merda" as obras no Túnel do Marquês atrasaram-se um ano e meio. Este atraso custou muitos milhões de euros.
E foi o Sá Fernandes ou o tribunal que pagou estes milhões gastos desnecessariamente por sede de protagonismo do Sá Fernandes e inépcia dos juízes ?
Nem pensar: fomos nós.
Exactamente porque, como o Sá Fernandes agora diz porque lhe dá jeito, não há justiça em Portugal.
PQoP.

p.s.) O Madrinha escreve hoje no Expresso: "Quanto aos irmãos Sá Fernandes, ambos juristas, é bom que se acautelem. Se não contratam um advogado competente, ainda acabam por pagar a Névoa o que Névoa se dispunha a pagar ..."
Eh, eh, eh, Madrinha, esse foi bem no estômago ...

Friday, April 23, 2010

NOTÍCIA DE ÚLTIMA HORA !

Segundo apurou o repórter "Dono da Loja", na sequência de um almoço que agora terminou, na estação de serviço da Antuã, os Presidentes do Benfica e do Sporting declararam o seu apoio ao Sr. Dr. Pôncio Monteiro para Presidente do Conselho de Arbitragem e ao Sr. Dr. Bruno Alves para Presidente do Conselho de Disciplina da Liga.

Após esta comunicação, decidiram os quatro comemorar a ocasião, destruindo o restaurante da estação de serviço.

Grandes vencedores do prémio "depois diz que é mau"

Sporting e Benfica oficializaram ontem o apoio a Fernando Gomes na candidatura à presidência da Liga. Luís Filipe Vieira e José Eduardo Bettencourt jantaram com o candidato num hotel em Lisboa e mostraram sintonia de ideias em relação ao sucessor de Hermínio Loureiro. "O Benfica apoia Fernando Gomes", disse Vieira, considerando que o futebol português precisa de "uma mudança total e de transparência", requisitos que, frisou, são preenchidos por Fernando Gomes.

Já Bettencourt adiantou "comungar" das palavras de Vieira: "O futebol português precisa de uma lógica mais de negócio e menos de política. É em função das dificuldades que é preciso alguém que perceba do negócio e tenha uma visão equidistante, proporcionando um ambiente sadio e mais empresarial. Fernando Gomes é mais focado no espírito do negócio."

O presidente leonino entende que a escolha do ex-administrador da SAD portista é uma oportunidade de os clubes criarem um ambiente mais pacífico. "Temos de dar as mãos e de ter um futebol mais sustentável e transparente e com mais receitas para todos os clubes, incluindo os da Honra."

"DAR AS MÃOS" A UM EX-ADMINISTRADOR DA SAD PORTISTA ??????? está tudo louco ??????????

Thursday, April 22, 2010

Há coisas do caraças

Segundo circula por aí, o jornal Libération não saiu em Portugal na quinta-feira, 18 Março, devido a "problemas de > impressão"...
Contudo, houve quem fosse à procura do jornal e se tenha deparado com isto:

http://www.liberation.fr/monde/0101625174-jose-s-crates-le-portugais-ensable
:)

Sócrates, és o maior. Serás irmão gémeo do Alberto João e do Chávez ?


Wednesday, April 21, 2010

Isto está lindo está...


Em Portugal, como na União Europeia, ser turista vai passar a ser um direito. Idosos com mais de 65 anos, pensionistas, jovens entre os 18 e 25 anos, famílias com "dificuldades sociais, financeiras ou pessoais" e portadores de deficiência, todos poderão vir a beneficiar de férias com um subsídio da Comissão Europeia, que pode cobrir até 30% das despesas.
Mais uma quantidade de gajos que vai passar a mamar. Faz-me lembrar o subsidio minimo garantido em versão internacional. Já estou a ver os ciganos a viajarem pela Europa fora em grandes auto-caravanas de luxo.

"Viajar hoje em dia é um direito. O modo com passámos as nossas férias é um formidável indicador da nossa qualidade de vida" E se os gajos não têm dinheiro a gente paga. Inventa-se qualidade de vida. Lógica do caralho.

"É um factor fundamental para os operadores turísticos equilibrarem os picos de turismo e preços médios" Diz logo o presidente do grupo Porto Bay Hotéis e Resorts. Compreendo-te.

Não acreditam ? Então leiam lá aqui.




ps; já as companhias aéreas vão pedir ajuda ao Estado para superarem as perdas por causa do Eyjafjallajokull. Mais ou menos como os gajos da lavoura, se chove o Estado paga, se faz sol o Estado paga. Se aquela merda até corre bem, compra-se mais um Range Rover, faz-se mais uma piscina no monte, e não se fala mais nisso. Foda-se assim também eu.

apedaite; Já temos a primeira turista subsidiada. Vão-se foder mas é.

É impossível acabar com a corrupção, mas eu já ficava contente se houvesse menos

Devido à inexistência de pressão urbanística na ocasião e a uma terrível falta de visão de futuro, as nossas autoridades sempre foram completamente desastradas no que respeita à gestão de algumas zonas “filet mignon” de Lisboa, por exemplo nas áreas ribeirinhas e adjacentes.

Por isso, temos ou tivemos quartéis instalados em zonas “topo de gama” (em cima do Tejo, em Algés, na Artilharia 1, nas Janelas Verdes, no Carmo, junto à AA Aguiar, etc.), prisões no centro da cidade ou em sítios com vistas fabulosas (no topo do Parque Eduardo VII, Caxias, Trafaria, etc.) e outros equipamentos em locais impensáveis (silos para cereais em cima do rio, fábrica da Lusalite entre o Estádio Nacional e o rio, fábrica de açúcar, etc.).

No que respeita concretamente à zona ribeirinha, sempre pensei que devia ser de todos nós, ser inteiramente (ou o máximo possível) pública, pelo que ninguém teria o direito de se “apropriar” de um único metro quadrado. Devia ter muitos jardins, restaurantes, cafés, discotecas, marinas, passeios “marítimos” e, sobretudo, muitos equipamentos desportivos (pistas para bicicletas, ginásios indoor e outdoor, relvados para peladinhas, zonas para patinagem, pistas para skateparks, redes para volei, paredes para escaladas, o que se lembrarem). Seria uma espécie de “jardim comum” e zona de lazer, de todas as muitas casas de Lisboa que não têm jardim, para as pessoas passearem, correrem, pescarem, namorarem, lerem, gozarem a vida ...

E, por favor, não me falem nos inconvenientes da linha do comboio e na ideia de enterrar a mesma: acho que a Linha do Cascais deve ser uma das linhas de comboio com um dos percursos mais bonitos do mundo e com imensa qualidade, e que nós temos imensa sorte em ser nossa. Às vezes, com o uso frequente, podemos deixar de dar valor, mas basta ver o ar de satisfação dos turistas para sentirmos orgulho. A Linha de comboio de Cascais devia ser património mundial.

Podia ainda falar sobre a outra margem do rio – um mistério ainda maior, porque tem a melhor vista e, ainda assim, continua a ser um conjunto de barracas e ruínas – mas fica para outra ocasião.

Voltando ao princípio, revolta-me constatar que ainda hoje, não pelas apontadas razões, mas p€la outra que sab€mos, os atentados – cada vez piores – continuam. Só quatro exemplos:

  1. Começou com um hotel que surgiu subitamente em Belém, quase dentro do Tejo (Altis). Ninguém percebe como, mas ele lá está, muita gente deve ter enriquecido;
  2. A nova “Cidade Judiciária” na Expo. É só mais uma negociata, muito haveria a dizer. Um luxo faraónico, uns edifícios que deviam ser austeros, práticos e económicos e que são precisamente o oposto de tudo isto (nem sequer foram construídos para serem tribunais). Os tribunais deviam ser construídos, de raiz, mais para o interior, em zonas com solos mais baratos;
  3. O edifício da Fundação Champalimaud em Algés. Um mistério completo. De novo um edifício que devia ser um exemplo de probidade no dispêndio de fundos, comedimento, modéstia, anti-novo-riquismo, anti-show-off, é o contrário de tudo isso. É impossível conceber o que é que foi preciso fazer e pagar por baixo da mesa para conseguir construir aquele monstro naquele terreno, QUE ERA NOSSO. Porquê ali ? E, para além disso, arrepia-me só pensar na confusão do transito quando aquilo estiver a trabalhar em pleno;
  4. Por último, o exemplo outra vez actual (e que me levou a escrever isto): as paredes de contentores em Alcântara. Fala-se agora numa acção, mas, no meio de tantas centenas ou milhares de milhões, hão-de se arranjar dois ou três lá numa gaveta para resolver o assunto. Não sou eu que digo isto, claro.

No dia 4 de Março de 2001 caiu, de repente, uma velha ponte que existia em Entre-os-Rios e, de repente, morreram 59 pessoas que tinham o azar de morar em Portugal. É óbvio que ninguém teve culpa.

Nesse mesmo dia, houve um tipo que pensou: “Foda-se, a vida é mesmo curta e pode acabar mais cedo do que se pensa”. E, então, ali à chuva, despediu-se imediatamente do seu emprego mal pago e tomou uma decisão: “Jorge, vais gozar bem a vida e enriquecer rapidamente, seja lá como for”.

E nós é que nos fodemos.

Monday, April 19, 2010

Caruncho

Segundo noticiou a Agência Lusa no dia 15 de Abril, a Festa da Flor no Funchal, que custou a todos os portugueses 310 mil euros (o que daria para manter o Centro de Saúde de Valença em funcionamento durante muitos anos), é “o cartaz turístico mais importante da Madeira, depois do Fim do Ano, que este ano assinala a total recuperação da ilha depois da destruição do temporal de 20 de Fevereiro”.

Afinal, parece que não é bem assim e que a “total recuperação” ainda está a muitos milhões de euros de distância.

O Sócrates foi à dita Festa da Flor, usou um colar feito de flores, fez o jogging que costuma fazer no estrangeiro (o que é simbólico) e, como já lá estava, aproveitou e ofereceu ao seu recente mas grande amigo Jardim, um dos maiores tiranetes ao cimo da terra, a quantia de 740 milhões de euros. O Sócrates explicou as contas: diz ele que “vão ser precisos mil e oitenta milhões de euros para a reconstrução das zonas atingidas pelo temporal que atingiu no passado mês de Fevereiro a ilha da Madeira”. Anunciou ainda que 740 milhões de euros “competem” ao Governo central (NÓS) e 309 milhões ao Governo regional (NÓS TAMBÉM), seguradoras e donativos privados, uma operação em que os apoios à reconstrução vão estender-se até 2013. A estas verbas anunciadas hoje há ainda a acrescentar os 31 milhões de euros do Fundo de Solidariedade da União Europeia.”

Enquanto o Sócrates declamava estes milhões como quem bebe um copo de água ou compra uns sapatos Prada, o Soba interesseiro, atrás dele, não conseguia esconder o sorriso matreiro. Via-se que tinha dificuldade em conter as gargalhadas (que certamente soltou depois ao jantar com o Jaime Ramos).

É a velha história da cigarra e da formiga. Nós trabalhamos, e muito, e a Madeira estoira a massa. Aquela ilha tem um lado “cenário” e glamoroso (que inclui os muitos hotéis luxuosos, o porto e os navios de cruzeiro, os túneis, as festas da flor, os fogos de artifício, e tudo o mais para encher o olho ao turista) e um lado “vida real”, dos lacaios que servem a elite local (querem nomes ?) e os turistas que enriquecem ilimitadamente a mesma, pobres diabos que na sua maioria tem um nível de vida miserável e que vive em condições infra-humanas, nas traseiras do cenário, como se viu em Fevereiro.

Fruto destas duas realidades totalmente opostas, basta estar atento e passar uns dias na Madeira para ver como tudo o que há de mau em Portugal ali existe em grau superlativo: miséria, droga, fome, alcoolismo, prostituição feminina e masculina, pedofilia, jogo clandestino, censura, falta de liberdade de expressão, etc., etc. etc.

Ora, neste contexto REAL, a “destruição” (que causou um número de mortos que foi escondido pelo governo regional), até deu uma ajuda ao tal Soba que nos passa a vida a chular, enquanto simultaneamente tem a distinta lata de carpideirar que nunca lhe damos o suficiente: o “contenente” vai-lhe dar, de mão beijada, 740 milhões de euros (que já sabemos vai acabar por ser muito mais), para “recuperar” as traseiras do cenário, ou seja, as barracas em que os escravos viviam.

Tenho para mim que a Madeira seria auto-suficiente, se fosse gerida de forma transparente e democrática e se os muitos proveitos do turismo fossem bem divididos.

Como não o são, e graças à súbita e conveniente amizade entre os dois novos amigos do peito, cada um de nós vai oferecer quase cem euros à terra das festas da flor e dos fogos de artifício megalómanos e ainda vamos ser acusados por um ser embriagado, numa qualquer festa de chão da lagoa, de ser sovinas.

Quando vi as imagens das traseiras do cenário a ruir pensei logo: “ainda vou pagar por causa disto”. E vou mesmo.

Às vezes tenho vergonha, e pena, de ser português e de ser governado por esta gente sem quaisquer princípios. Não duvidem que esta gente não tem mesmo quaisquer princípios. E somos nós todos quem faz figura de parvos.

Nuvem de cinzas benéfica para os taxistas

Segundo a RTP 1,

(http://tv1.rtp.pt/noticias/?t=Nuvem-de-cinzas-benefica-para-os-taxistas.rtp&headline=20&visual=9&article=337217&tm=6)

para além dos autocarros, há passageiros desesperados nos aeroportos portugueses que chegam a alugar táxis para atravessar a Europa. Do aeroporto de Lisboa já saíram vários para a Holanda, Dinamarca e até para a Ucrânia.

No entanto, segundo apurámos, os clientes estão um tanto arrependidos pois esqueceram-se que lidavam com taxistas tugas. Os passageiros que foram para a Holanda ainda não conseguem perceber porque é que tiveram que fazer o trajecto Lisboa - La Coruna - Barcelona - Nantes - Roma - Viena - Amesterdão e os que saíram para a Dinamarca e a Ucrânia ainda se encontram, ao que apurámos, respectivamente na Escócia e na Turquia.

Uma entrevista obrigatória.


A política portuguesa, desde há 30 anos, que é marcada por uma forte demagogia, por meias verdades, meias mentiras, muitas promessas.
António Barreto.


A foto é do próprio. Já agora, aqui fica o blog dele. Jacarandá

Sunday, April 18, 2010

Dúvidas existenciais


No dia de 7 de Janeiro de 2010, o Sr. Jorge Nuno, numa sessão espírita, prometeu a um falecido dedicar-lhe a vitória neste campeonato. Como o fcp não tem, neste momento, qualquer hipótese de ganhar o campeonato, como é que o velhote demente e mal educado vai descalçar esta bota ? qual é a consequência de não cumprir uma promessa feita a um morto ?

No dia 13 de Fevereiro de 2010, o Sr. Jesualdo Ferreira, numa daquelas conferências de imprensa em que lhe beijam os pés, disse “Este ano vai-me dar mais gozo ganhar”.

E agora, Jesualdo, o que é que tens a bolsar ?


Thursday, April 15, 2010

BRUTUS - Agência de Rating, S.A.

A princípio andei muito intrigado com esta coisa das agências de rating. Pra já, acho muita graça ao nome "rating". Agora, que percebi melhor, acho que também quero ter uma. Tem ar de que deve dar dinheiro, fatos com riscas, relógios Franck Müller (HORROROSOS !) e é giro isto de avaliar países e tal e coisa.
Tratando-se de uma "S.A.", coisa chic, tenciono naturalmente ser CEO (ainda mais chic), mas preciso de, pelo menos, mais quatro sócios.
Alguém está nessa ?
E quanto à avaliação dos países ? dou nota baixa à França (não gosto de franceses) e a mais quem ?

Tudo o que o Francis gosta !

Friday, April 09, 2010

Pixels e comboios...


Já vos disse que quando era pequeno gramava brincar com comboios! Também gramava brincar com a pilinha, mas isso agora não interessa para nada. Aliás, agora que sou crescido tenho quem brinque por mim.
Entretanto, e a propósito de tudo e de nada, aqui fica um magnifico filme em 3D. Daqueles que o Brutus não percebe. Ou não quer perceber.

Pixels.

Em Viseu ?


É um Grelo da Maria, mal passado sff!

Thursday, April 08, 2010

Hey, Priests, leave those kids alone...


Podiamos adaptar a letra dos Pink Floyd, ficava mais actual...
Ou não, a cena dos professores também está actual...
É muita informação actualizada.

Wednesday, April 07, 2010

"Ser beto"

"Beto" é uma palavra muito usada neste blog, que é "oficialmente" anti-beto. Eu sinceramente não sei o que sou, tenho imensas dúvidas "existenciais", tais como as que se seguem. Talvez os Clientes da Loja do Francis me ajudem a auto-conhecer-me ...

Se ser “beto” é ser implacavelmente contra todos os tipos de drogas, eu sou “beto”.

Se ser “beto” é gostar de touradas, não sou “beto”.

Se ser “beto” é preferir a “onda” do BBC à “onda” do LUX, eu sou “beto”.

Se ser “beto” é preferir um Breitling falso “para armar” a um Swatch verdadeiro, não sou “beto”.

Se ser “beto” é preferir que os amigos dos meus filhos me tratem por “Tio” do que por “Sr. Henrique”, eu sou “beto”.

Se ser “beto” é ser adepto de um clube queque de Alvalade em vez de ser adepto do clube do povo e do garrafão, não sou “beto”.

Se ser “beto” é não apreciar particularmente mulheres que dizem palavrões a torto e a direito, eu sou “beto”.

Se ser “beto” é só vestir roupas de marca (mais caras do que as outras iguais só porque têm um “emblema”), eu não sou “beto”.

Se ser “beto” é preferir o cheiro a perfume do que o cheiro a suor, eu sou “beto”.

Se ser “beto” é tratar os pais e os filhos por “você”, eu não sou “beto”.

Se ser “beto” é preferir a Praia do Ancão à Praia de Quarteira, eu sou “beto”.

Se ser “beto” é fingir que se é intelectual, eu não sou “beto”

Se ser “beto” é respeitar e perceber as pessoas que vão à missa, eu sou “beto”.

Francis, o que me dizes, pá ?

Andar à porrada no liceu

Embora eu nunca tenha sido muito dado a essa prática (a força não é o meu forte), no meu tempo andava-se à porrada no liceu. Fosse por questões de namoradas, fosse porque alguém gozava com alguém, fosse porque alguém chateava alguém, fosse porque sim, quase todos os dias lá havia uma zaragatazita ou uma cena de pedrada (sim, andei muito “à pedrada” e aquilo até era giro), uns olhitos negros, às vezes uns pontitos, coisas que acontecem. Houve uma altura mais intensa em que as cenas de pancadaria eram monumentais, com bófia, liceu fechado e tudo (quem andou no grande Liceu de Oeiras sabe do que estou a falar), e aí andava-se à porrada, imaginem, por questões políticas, algo hoje totalmente impensável, numa juventude que nem o princípio do hino nacional sabe.

E isto fez-nos mal ? É óbvio que não, bem pelo contrário. Acho que dar e apanhar uns tabefes na escola devia ser uma disciplina obrigatória, pois ajudaria os alunos a prepararem-se para a selva que os espera e para a luta do dia-a-dia.

Pois bem, agora qualquer troca de tabefes numa escola EB+3F (ou lá como se chamam esses estabelecimentos de “ensino”) chama-se “bullying” e, ai Jesus, é feio e passa na TVI (é verdade é: um tipo arma-se em parvo, apanha uma galheta e aparece na TVI). Os alunos podem bater nos professores, passar as aulas a falar ao telemóvel, portarem-se como jumentos em Lloret, mas se andarem à pêra a coisa fia mais fino e dá capas de jornais, debates na TSF e bla bla bla. Mas que merda é esta ? está tudo louco ? Preocupem-se com coisas importantes e deixem lá os tabefes, que são coisas normais nos putos. Não acreditem na maioria dessas histórias do so-called “bullying” pois regra geral são histórias mal contadas (ainda ontem se soube de mais uma, em que a suposta “vítima” parece que era, afinal de contas, um dos agressores mais regulares).

E vou mais longe, pois gosto de escandalizar e até já fui acusado, num comentário ao meu último post, de estar a ficar mole. Os clientes do Francis vão-me crucificar.

Não gramo esta coisa de os alunos (a alunas) baterem nos professores. É, por assim dizer, uma coisa que me chateia. Todavia, acho muito bem que, em certos casos, os professores possam bater nos alunos (uma reguada, um estalo), tal como acontecia no meu tempo e só fazia bem em prol da disciplina e do respeito, algo que hoje não se sabe o que é. E isto não é só da boca para fora: aqui há uns anos, numa reunião de pais no colégio de freiras onde andavam os meus filhos, disse à directora que os professores estavam autorizados a bater nos meus filhos se eles se portassem mal ou não lhes obedecessem, e dispus-me a conceder esta autorização por escrito. Não aceitaram, porque hoje é politicamente incorrecto (e felizmente acabou por não ser necessário, uma vez que, começando a obediência e o respeito em casa - campo onde nunca tiveram abébias - depois é mais fácil obedecer e respeitar lá fora).

Daqui a umas décadas vamos ver como serão os jovens de actualmente quando crescerem. Temo o pior

Tenho para mim que, mais década menos década, um adulto que saiba ler e escrever ou a tabuada de cor vai ser um caso raro e considerado um intelectual.

Tuesday, April 06, 2010

Monday, April 05, 2010

Gosto muito de animais em geral e do meu cão em particular

video

Eu tenho um cão porreiro e de que gosto muito. É um Labrador branco, para lá de lindo. É, não há como escondê-lo, o melhor cão do mundo, os outros que desculpem, temos pena. E, sei lá como, tenho a sorte de ser meu e da minha família, quase no sentido de ser meu familiar e simultaneamente um dos meus melhores e mais leais amigos.

Por outro lado, não gosto de gatos. Não pelo facto de basicamente um gato ser um cão gay, mas porque não gosto mesmo. Não gramo aquela coisa da independência e da liberdade que supostamente caracteriza os gatos, que para mim não passam de uns interesseirotes que só ligam a quem lhes dá comida. Respeito, naturalmente, quem goste dos bichanos (a minha Mãe, por exemplo), mas um animal doméstico tem que ser nosso amigo e companheiro, brincar connosco, passear connosco, nadar connosco na praia (nunca consegui meter o meu numa piscina), defender-nos e proteger-nos (já agora, nada disto se passa com os gatos-senhores-do-seu-nariz).

Acresce que os cães ajudam e fazem-no sempre com alegria: ajudam pastores, ajudam cegos, ajudam polícias, detectam drogas e corpos em catástrofes, puxam trenós, etc. etc. etc.

Só não gosto mesmos é dos rotweillers e quejandos, tal como não gosto dos respectivos donos, mas isso é outra conversa.

O único problema do meu cão é que não tem namorada e, como não anda solto por aí, ainda não experimentou os prazeres do sexo, nem, por consequência, as alegrias da paternidade (e como eu gostava de ser “avô” …). Acho que deviam haver uns bares tipo Elefante Branco para cães, onde os tipos iam, andavam por ali um bocado e depois pegavam numa cadela de leste e iam até uma pensão para cães, por troca com uma lata de ração. Se não quisessem gastar essa lata, podiam haver umas discotecas onde pudessem conhecer umas cadelas, meter conversa, trocar números de telemóvel e, eventualmente, irem até à casota de um logo nessa noite, dependendo dos padrões de conduta da cadela. Se fosse uma cadela armadófino, iriam somente na noite seguinte, mas aí o meu cão teria que a levar primeiro a jantar.

Last but not the least, calhou o meu cão ser um grande benfiquista (rosna quando vê um lagarto) e, como os cães prevêem coisas, consegue prever quando o Benfica vai marcar golo e quando vai sofrer um. Mais ou menos um minuto antes de marcar um golo, começa a ladrar muito e a abanar a cauda. Pelo contrário, quando vamos sofrer um, o tipo começa a uivar e a tapar os olhos com uma pata. Ainda ontem, por exemplo, enquanto bebíamos umas imperiais e comíamos umas alcagoitas (ele adora), começou por uivar muito, mas acabou a noite a ladrar. Ás vezes é chato: no outro dia o Benfica perdeu e ele, no fim do jogo, fez uma mija na televisão. Ok ok, admito, o que digo neste último parágrafo é mentira, mas eu gostava que fosse verdade, prontos. Ainda tentei ensiná-lo a fazer estas previsões, mas não fui capaz, eventualmente porque, segundo me disseram, eu também não consigo.

O cão que se vê no filme não é o meu, mas podia ser, porque é igual. Espero que gostem, tanto quanto eu gostei.

Nem a propósito...


A morte do grande agitador da supremacia branca in South Afrika. Foi uma pena, imensa pena pá.
Lembrei-me desta música. Eu tinha 15 anos, e tu ? Ah estamos a falar de 1978. Pois, sois uns putos pá, uns putos.


Power in the darkness.



Esta também seria um assunto actual. Então para os padres...os humanos, claro, só os padres humanos. E ainda falam eles de casamento, de aborto, e de união homossexual-(bom desta eles percebem)-pois só papam rapazinhos...Pronto, já disse.

Glad to be gay.

O assunto do momento.


Não sei se me apetece falar disto. Não sei se não me expulsavam do blogger se dissesse tudo o que me vai na alma. Pelo menos divirto-me a ver as desculpas - muito cristãs e piedosas - que a Igreja tem dado. Os padres, antes de serem padres, são humanos. Está tudo dito. Amén.






ps; já agora leiam o muito piedoso, intlectual e beato, João César das Neves, este homem sabe tudo.

Bom dia.

Sunday, April 04, 2010

O momento...



Um brilhante filme em 3D. E a música não lhe fica a dever nada.

Thursday, April 01, 2010

Disputas com piada

Para além da bola, há por aí umas outras disputas com piada com adeptos aguerridos de ambas as partes. Tenho ideia de que existem as que se seguem, mas agradeço contributos de outras "guerras".
Quem é que vota em algumas destas ou propõe outras disputas giras ?

Iphone vs Blackberry
Mac vs Toshiba
Porsche vs Ferrari
Nikon vs Canon
Facebook vs LinkedIn
Coca Cola vs Pepsi
Vodafone vs TMN
Mercedes vs BMW
Comida chinesa vs Comida Japonesa
(e, by the way, qual o melhor restaurante japonês que conhecem ?)

Volte-face nas negociações.


Após a Administrção do Dono Da Loja ter comunicado à CMVM a venda ao grupo liderado por Paes do Amaral, a Alta Autoridade para a Concorrência, existe pá é verdade, aquela merda existe, não deu o seu aval devido à concorrência desleal. Assim a Administração do Dono da Loja vem por este meio comunicar que vendeu a totalidade das acções pelo valor de 4.8 milhões de euros ao Grupo Carlyle. Como compensação recebemos, eu e o Brutus, um submarino cada um. Brutus, entretanto informações recolhidas pela Caras, já pediu para o seu ser entregue nas Maldivas, e em nome do seu filho mais velho. Já Francis, assumiu o controle do seu submarino e está neste momento em parte incerta na Mar Mediterraneo.

Em actualização.

Artur Albarran, em nome do Carlyle Group, foi apanhado na Cantina da Loja tentando uma ultima refeição, não fossem as negociações falharem.


Última hora: Paes do Amaral compra "O Dono da Loja"


Após duras negociações que se prolongaram por vários meses, finalmente esta madrugada Francis e Paes do Amaral chegaram a acordo sobre a venda d'O Dono da Loja a este último. Segundo fontes bem informadas, o negócio envolveu o pagamento de 3,7 milhões de Euros e o passe do Izmailov.
Com esta aquisição, Paes do Amaral, que cobriu as ofertas feitas pela Impresa e por Paulo Teixeira Pinto (que pretendia transformar o blog numa editora just for the fun), volta a dominar a comunicação social em Portugal.
Em conferencia de imprensa conjunta, Paes do Amaral declarou que este "é o dia mais feliz da minha vida", tendo Francis respondido "foda-se", enquanto contava o dinheiro.
A primeira consequência desta nova realidade passará pelo afastamento do colaborador a recibo verde Brutus, basicamente porque só diz mal das coisas e é um chato da merda.

- Os pobre-diabos deste mundo (e os donos deles sentam-se ao lado uns dos outros, à nossa vista) só têm uma solução: organizar-se inteligentemente. Ou morrem. Agradeço ao escritor norte-americano Jack London (aventureiro e suicida) o cão de trenó que me deu. É infalível. Quando há uma fenda (neste mundo gelado) estaca, eu aproximo-me dele para ver o que há, e ficamos os dois ali a pensar na rota e na puta da vida.

Sebastião Alba -Quasi.