Friday, September 23, 2011

O erro de Damásio


Coitadinho o gajo é porreiro, o único erro dele foi não ter pedido para o Malandrão lhe escrever uma piada para o prefácio e não ter implorado ao Francis para ele lhe escolher a música enquanto ele andava na vidinha dele.


Fiquem com este pensamento:

São 10:42 horas no Continente, menos uma hora nos Açores e menos uns milhões na Madeira...

56 comments:

Malandrão said...

É, concordo. A este propósito, não posso deixar de assinalar uma contradição bem visível no texto de Damásio. É que, por um lado, considera que, até hoje, a visão mecanicista imperou no domínio da biologia e da medicina, de tal modo que a "compreensão" do biológico - do corpo e também do cérebro, como é evidente - se processou em termos meramente mecânicos. De qualquer modo, significa isto que, desde então e até hoje, a biologia e a medicina se foram desenvolvendo e progredindo, inclusivamente no conhecimento do cérebro e da mente. A neurologia, a psiquiatria e a psicologia bem o atestam. Por outro lado, afirma exactamente o contrário, considerando que "o esforço para compreender a mente em termos biológicos em geral atrasou-se várias décadas e pode dizer-se que só agora começa."(61) Afinal, e até hoje, os biólogos (e os médicos) avançaram ou não no conhecimento da mente? Por um lado diz que sim, por outro diz que não!
Pateta de merda !!!

Por outro lado, para Damásio, a mente não é uma substância, não existe separada do cérebro e nem sequer separada, não apenas do cérebro, mas também do corpo, (Cf. Damásio, Op. Cit., 236) das interacções entre ambos (p. 233) e das interacções com o organismo inteiro, com os sentimentos e as emoções, e com o meio-ambiente físico e sócio-cultural (cf. pp. 138, 232, 233) já que a mente é a actividade resultante de um complicado e muito complexo sistema de relações e inter-relações.(cf. 210-211 e 231-234) Por outro lado, a mente não se localiza em nenhum ponto específico do cérebro (cf. pp. 110 e 111) - não há um "teatro cartesiano", como lhe chama. Pelo contrário, o cérebro é capaz de integrar percepções, sentimentos, emoções, imagens, representações que, essas sim, podem ser localizadas numa região ou em algumas regiões do cérebro. Mas, sendo assim, continua por explicar como integramos todas essas informações provenientes de diferentes regiões cerebrais. Como é que a mente o faz, porque, indubitavelmente, o faz? Permanece um mistério! E aquilo que a mente faz ao integrar não é equivalente à soma das partes, não é resultado da mera adição desses diferentes fragmentos informativos; logo, a mente é mais que o cérebro e o todo é mais que a mera soma das partes. Como é isto possível? O mistério permanece!

É tipicamente o género de merdas importantes que me chateia.

Francis said...

até fiquei agoniado com tanto conhecimento. agira dava-vos um abracinho e um beijinho a cada um.
catano.

Malandrão said...

Obrigado Francisco.
Tenho de facto um profundo conhecimento de copy & paste, ou, por outras palavras, plágio. Mas diz lá que não ficou bonito ...

Malandrão said...

Francisco, tu sabes por que o mar é tão grande?
Tão imenso? Tão poderoso?
É porque teve a humildade de colocar-se alguns centímetros
abaixo de todos os rios.
Sabendo receber, tornou-se grande.
Se quisesse ser o primeiro, centímetros acima de todos os rios, não seria mar, mas sim uma ilha.
Toda sua água iria para os outros e estaria isolado.
A perda faz parte.
A queda faz parte.
A morte faz parte.
É impossível vivermos satisfatoriamente.
Precisamos aprender a perder, a cair, a errar e a morrer.
Impossível ganhar sem saber perder.
Impossível andar sem saber cair.
Impossível acertar sem saber errar.
Impossível viver sem saber viver.
Se aprenderes a perder, a cair, a errar, ninguém mais o controlará.
Porque o máximo que poderá acontecer a você é cair, errar e perder.
E isto tu já sabe, Francis.

Bem aventurado aquele que já consegue receber com a mesma naturalidade o ganho e a perda, o acerto e o erro, o triunfo e a queda, a vida e a morte.

Tenho ouvido dizer que o Alberto João se queixa de que toda a gente o chateia só por ele ser rico, bonito e um excelente governante.

Francis said...

ahahahahahahahahahahahahahahahahahahah
AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAH

Não percebi, explica lá este último comment.

Sofia said...

Malandrão, é bom saber que falo em coisas que te preocupam tanto como as merdas que tu dizes me preocupam e ocupam tempo: nada.

Malandrão said...

Francis, man, tu sabes o que eu estou a pensar, não te faças desentendido: estás farto de saber que na mecânica quântica, esta palavra refere-se a uma unidade discreta que a teoria quântica atribui a certas quantidades físicas, como a energia de um elétron contido num átomo em repouso. A descoberta de que as ondas eletromagnéticas podem ser explicadas como uma emissão de pacotes de energia (chamados quanta) conduziu ao ramo da ciência que lida com sistemas moleculares,atômicos e subatômicos. Este ramo da ciência é atualmente conhecido como mecânica quântica, porra.

Por outro lado, Na álgebra linear, um espaço vetorial (ou o espaço linear) é uma coleção dos objetos abstratos (chamados vetores) que possuem algumas propriedades que não serão completamente detalhadas aqui.

Por agora, importa saber que tais objetos (vetores) podem ser adicionados uns aos outros e multiplicados por um número escalar. O resultado dessas operações é sempre um vetor pertencente ao mesmo espaço. Os espaços vetoriais são os objetos básicos do estudo na álgebra linear, e têm várias aplicações na matemática, na ciência, e na engenharia.

O espaço vetorial mais simples e familiar é o espaço Euclidiano bidimensinal. Os vetores neste espaço são pares ordenados e são representados graficamente como "setas" dotadas de módulo, direção e sentido. No caso do espaço euclidiano bidimensional, a soma de dois vetores quaisquer pode ser realizada utilizando a regra do paralelogramo.

Todos os vetores também podem ser multiplicados por um escalar - que no espaço Euclidiano é sempre um número real. Esta multiplicação por escalar poderá alterar o módulo do vetor e seu sentido, mas preservará sua direção. O comportamento de vetores geométricos sob estas operações fornece um bom modelo intuitivo para o comportamento dos vetores em espaços mais abstratos, que não precisam de ter a mesma interpretação geométrica. Como exemplo, é possível citar o espaço de Hilbert (onde "habitam" os vetores da mecânica quântica). Sendo ele também um espaço vetorial, é certo que possui propriedades análogas àquelas do espaço Euclidiano.
Estamos carecas de saber isto.

Malandrão said...

Bem observado, Sofia.
Como bem sabes, da definição de substituição fideicomissaria ou fideicomisso resulta que o primeiro nomeado, o fiduciario, tem o encargo de conservar os bens, para que, por sua morte, se transmitam ao segundo nomeado, o fideicomissario, verificando-se, pois, uma ordem sucessiva e não simultanea. (Art. 2286 do Codigo Civil).
Assim, Sofia, o primeiro nomeado torna-se proprietario dos bens herdados logo apos a morte do testador, mas esse direito e limitado, ja que não pode dispor dos bens, a não ser nos casos excepcionais previstos no art. 2291 do C. Civil, uma vez que tem a obrigação de os transmitir ao fideicomissario.
So pode haver reversão dos bens a favor do fiduciario quando todos os fideicomissarios tenham falecido antes dele ou quando, nos termos do art. 2293, n.2, os fideicomissarios não puderem ou não quiserem aceitar a herança.
Portanto, como se mete pelos olhos dentro, o fiduciario não e mais do que um usufrutuario, pois, a não ser no caso do art. 2291, não tem poderes de disposição, somente tendo o gozo e a administração dos bens sujeitos ao fideicomisso (n.1 do art. 2290).
Enquanto não ocorrer o falecimento do fiduciario, o fideicomissario e herdeiro com a expectativa de sucessão, so se tornando titular dos bens a data da morte do fiduciario. (Arts. 2293, n.1, e 2294). So são herdeiros os fideicomissarios que sobrevivem ao fiduciario, o que é fodido.
Ao legar a terceiro, o reu, os bens sujeitos ao fideicomisso a fiduciaria dispos de uma propriedade definitiva, que não tinha. (legado de coisas alheias). A respectiva disposição testamentaria e ineficaz relativamente aos fideicomissarios, que são terceiros em relação a fiduciaria. Com a instituição do fideicomisso a favor dos irmãos ou sobrinhos dele, por sua morte, o testador quis que os bens fossem para os seus sucessores legitimos e, assim, não passassem para outra estirpe.
Falecida a puta da fiduciaria, os fideicomissarios são os proprietarios dos bens, com direito a obter dos reus a sua entrega (art. 1311) e a exigir deles uma indemnização pelos danos resultantes da sua ilicita ocupação.

Tudo isto para dizer o quê ? as acções do BCP ontem fecharam a 0.181, um mínimo inimaginável. Resta aguardar para saber quando estarão a menos de 10 cêntimos.

Estou certo de que concordas comigo, Sofia.

Malandrão said...

Posso botar um post com uma anedota ordinária ?

Ok, ok, não ponho, pronto, não batam mais.

Sofia said...

Desde quando é que precisas de licença para publicar? Vamos lá publica qualquer coisa por cima desta merda.

Goizzzzzz said...

ahahhaahahahajahahhahaahhahahahahahahhahahahahah
ja percebi que anda tudo a vitaminas
ahahahahhaahahahahhahaahhahahhaha
fodasse comecei por achar piada e lembreime do manel damasio, tlvz por simpatia e solidariedade comecaram me a doer os rins ahahhahahah, depois perdime na desinteria e vi a cena das accoes....
os gajos nem co mourinho vao la pa....se acabar noutro bpn ja fomos...
mas aquela do mar e bonita!
e o porto pa?
acho q vamos conseguir pelo menos 2 golos.....
jinhos a todos e um bom jogo!

Francis said...

eu sobre esses assuntos tenho a dizer o seguinte;
Estudassem.

Francis said...

tu às vezes merecias umas palmadas valentes, raio de feitio...daç.

Malandrão said...

eh eh eh eh, excelente, Francis !!!
Eu tentei, mas fazia-me dores de cabeça.

Goiz: fizeste bem em lembrar a bola. Cá para mim, o Benfica vai ganhar 3-1. Porquê ? é simples. Porque no tópico da equação matemática, existem coeficientes ou multiplicadores que tornam os fatores determinantes da taxa de inflação com maior ou menor peso.
Tu supõe, Goiz, que para a formação das expectativas a inflação esperada pe seja dada por: pe(t) = v . p(t-1)

Observa a inflação esperada do período t é uma função da inflação do período t + 1, multiplicada pelo coeficiente v. Afirma-se que v tendia a zero antes da década de 70 e que passou a tender a 1 após esse período. Isto corresponde ao 1º golo do Cardozo.

Nota que substituindo v = 0 na função p = f(pe, u) teremos p = f(u), ou seja, a curva de Phillips original onde a inflação é função do desemprego. Aqui o Porto faz o 1-1.

Substituindo v = 1 na mesma função teremos p = f(p(t-1), u), onde a taxa de inflação é uma função da taxa de inflação do período anterior e da taxa de desemprego, ou seja, o Nolito repõe a vantagem para o Benfica.

Por fim, o Aimar faz o 3-1, em função da curva de Phillips como sendo p(t) = pe(t) + (m + z) - wu(t), de forma que m (markup das empresas) e z (outros fatores que afetem a fixação de salários) são coeficientes lineares que representam elementos estruturais da economia e w é o multiplicador do desemprego.

Substituindo pe(t) = p(t-1), temos que p(t) = p(t-1) + (m + z) - wu(t) ou ainda p(t) - p(t-1) = (m + z) - wu(t), o que significa que o árbitro vai dar 15 minutos de prolongamento para ver se o Porto consegue reduzir a diferença.

Pareço ou não pareço o Luís Freitas Lobo a escrever no Expresso ?

dyphia said...

digo só "olá"! os comentário hoje estão muito grandes e muito inteligentes para que eu os possa compreender.

beijinhos

Agostinho, o Charmoso said...

Merecia, realmente tens razão. Há merdas que eu já devia ter aprendido que não se colocam aqui.

Agostinho, o Charmoso said...

Bom dia Dyphia :)

Goizzzzzz said...

ahahhaahahahahahahhahahhahahahahha
AHAHHAHAHSHHAAHHAHAHAHAHAH
gigapixels turbodiesel e o camandro, fodasse ja me chegava um empate.....
ahahahhahahhahahhahahaha
oh paiva corta pa.......
ahahahhahhahahahahahahhahahaahhahaha

Francis said...

não sejas ranhosa, andas cá uma falta de encaixe, dasss

Agostinho, o Charmoso said...

Sim, é isso.

Malandrão said...

Vocês estão outra vez pegados um com o outro ?

Tenham dó, porra. Eu cá fujo dos conflitos a sete pés e vocês sempre com essas picardias.

Já não há pachorra para os vossos conflitos.

Agostinho, o Charmoso said...

Alguém te chamou para a conversa?

Malandrão said...

Eu ? Deus me livre de me meter nas vossas guerrinhas constantes.

Só gostava que tivessem melhor feitio, tipo o meu, mas acho que não é possível.

Sei é que estive aqui a puxar pelas meninges para fazer uns comentários à altura e puff, o post desapareceu.

Parecendo que não, chateia um gajo.

Agostinho, o Charmoso said...

Coitadinho do crocodilo.

Francis said...

coiso, já não dou abraços nem beijinhos.

Malandrão said...

Lamento que a raiva que vocês sentem um pelo outro extravase e sobre para mim, que estou aqui quietinho, no meu cantinho, a comentar o melhor que consigo.

Agostinho, o Charmoso said...

Meu belo menino e é tão boa pessoa e está tão aborrecido por ter tido trabalho em copiar os comentários de alguém para colocar aqui e depois o texto original foi-se, que ainda alvitra sobre temas paralelos.

Malandrão said...

Não acredito que a tua ira vá ao ponto de dizeres que o Francis copia os comentários ... coitado do rapaz.

Eu por acaso também gosto de alvitrar, sobretudo com conquilhas a acompanhar.

Agostinho, o Charmoso said...

não evocar a minha ira em vão. Mau.

Estava mesmo a falar de ti. É. Aliás devias mudar o teu nome para Sonsão.

Ahahahah e tu lá sabes distinguir uma conquilha de um camarão? Ahahahah muito boa a tua piada!

Malandrão said...

Francis, tu não te fiques ...

Agostinho, o Charmoso said...

Isso Francis, dá uma mãozinha ao moço que ele não dá conta do recado. Vá...

Francis said...

eu também gosto de ir às comquilhas

Malandrão said...

Francis, meu, mete uma coisa na cabeça: tu és de Lisboa, fazes parte daqueles gajos com chinelos e não sei quê que estragam o Algarve, incomodam os algarvios e, obviamente, não percebes nada de marisco, nomeadamente conquilhas.

Eles é que sabem tudo sobre conquilhas, porventura até têm areais em casa cheios delas.

Portanto, meu lindo, não sendo algarvio reduz-te à tua insignificância.

E livra-te de pensar que sabes algo sobre comida chinesa, japonesa e mesmo italiana.

Limita-te a gostar de pastéis de Belém, algo que os algarvios não sabem o que é.

Agostinho, o Charmoso said...

Malandrão ainda estás com a dor por esse post? Puxa... logo tu que és só paz e amor.

Francis said...

porra, eu não gramo pasteis de belém...
chinelos com meias brancas, posso ?

Agostinho, o Charmoso said...

Francis para quando almofadinhas de conquilhas? Hum? Isso é que era, logo agora que eu estou tisico quase, quase a finar-me dá-me jeito prá engorda!

Francis said...

bute...com medronho.

Malandrão said...

Qual post ?

Agostinho, o Charmoso said...

Já fiz a encomenda...

Francis said...

qual encomenda ?

Agostinho, o Charmoso said...

Do medronho. A outra rebentou.
Por acaso o carro ficou com um aroma giro, quando ela entregou o carro à empresa os gajos gostaram do cheiro.

Francis said...

qual medronho ?

Francis said...

qual carro ?

Francis said...

qual empresa ?

Francis said...

qual ela ?

Agostinho, o Charmoso said...

Esquece.

Francis said...

quem ?

Agostinho, o Charmoso said...

Porra, mas tu queres o quê?

Francis said...

ahahahahahahahahahahahahahahahahah
ahahahahahahahahahahahahahahahahah
moer-te o juízo...

Agostinho, o Charmoso said...

Mói. Depois diz que tenho feitio soviético ahahahah

Francis said...

já estavas, só se juntares um norte coreano.

Agostinho, o Charmoso said...

Eu não sei de onde tu vais tirar essas ideias, sou um encanto de pessoa. Calma. Pacifica.

Francis said...

Atlântica, pá.

Agostinho, o Charmoso said...

Na... É a minha veia italiana.

Francis said...

Mediterrânica ?

Agostinho, o Charmoso said...

É muita mistura, mas tinha uma bisavó italiana.